Quem responde quando uma decisão automatizada, um conteúdo ou um processo digital produz dano?
Atuamos onde a tecnologia, a automação e a inteligência artificial produzem consequências jurídicas para empresas, plataformas e organizações, antes e depois do conflito.
Atuação
Uma frente que estrutura e previne, outra que protege e representa. O escritório atua antes que a tecnologia produza consequências jurídicas, e depois, quando elas se materializam. Responsabilidade Jurídica na Economia Digital: juridicidade, exposição civil, contratos, prova, diligência jurídica e contencioso.
Antes do conflito
- Pareceres e opiniões legais sobre o uso de IA e tecnologia
- Avaliação de riscos de viés e discriminação em sistemas de IA
- Contratos com fornecedores de tecnologia (SaaS e IA generativa)
- Cadeia de responsabilidade na delegação a sistemas autônomos
- Proteção de dados (LGPD) e evidência de diligência
Depois do conflito
- Responsabilidade civil por danos digitais e algorítmicos
- Falhas em sistemas de recomendação, crédito e RH
- Litígios envolvendo IA, automação e propriedade intelectual
- Plataformas digitais e Marco Civil da Internet
- Fraudes digitais, prova digital e danos reputacionais
Parecer de Exposição pelo Uso de IA
Sua IA já está rodando. Qual é o tamanho da exposição que ela já criou?
A inteligência artificial já opera na sua organização, recomendando, classificando e priorizando em escala, e seus efeitos jurídicos já são concretos. A pergunta deixa de ser “como estruturar” e passa a ser “qual é a extensão da exposição existente e quais pontos exigem correção prioritária”, sob a ótica da responsabilidade civil.
A partir do uso concreto da sua IA, o parecer responde com objetividade jurídica: quem responde hoje pelos resultados, com base em qual regime, e o que a organização conseguiria comprovar se fosse questionada.
O parecer identifica a exposição, orienta sua mitigação e pode contribuir para evidenciar diligência, sobretudo quando suas recomendações são incorporadas à operação. Não confere imunidade, e nenhum documento o faz.
Apresentar o caso- Qualificação jurídica do uso: natureza do ato, agentes e deveres, sob o regime de responsabilidade civil aplicável.
- Exposição e fundamentos: os riscos concretos, o regime aplicável e a consequência possível de cada hipótese.
- Prova disponível e prova ausente: o que a organização demonstra hoje, e o que não conseguiria provar em juízo.
- Conclusão fundamentada: viável sem ressalvas, viável mediante condicionantes, ou uso não recomendado na configuração atual.
- Condicionantes e prioridades: o que corrigir, em que ordem, e o que não pode esperar.
Objeto, prazos e honorários são apresentados em proposta individual, após conversa inicial de enquadramento.
Prontidão Jurídica para Diligência Enterprise
Sua empresa usa IA. Um cliente enterprise perguntou quem responde por ela. E agora?
Uma revisão de escopo fechado para empresas que usam IA e precisam passar pela diligência de clientes, investidores e contratos. Analisa um produto e seus usos, aponta os riscos jurídicos prioritários e organiza as respostas que a operação precisa ter.
Não é certificação nem garantia de ausência de risco. Entrega à liderança critérios jurídicos para decidir, corrigir e negociar.
Apresentar o caso- Mapa do caso de uso: o que a lei enxerga quando a sua IA opera: dados, agentes, responsáveis.
- Riscos e lacunas priorizados: o que impede, condiciona ou permite o uso, e o que corrigir primeiro.
- Respostas para a diligência enterprise: o que você pode afirmar a clientes e investidores hoje, e o que falta.
- Plano de ação 30–60–90: das correções urgentes à governança.
Escopo, prazos e condições são apresentados em proposta individual, após conversa inicial de enquadramento.
Abordagem
A prova de cuidado deve existir antes do conflito.
A estrutura que responde por uma decisão ganha muito mais força jurídica quando existe antes de a recomendação produzir efeitos.
O escritório atua para que a empresa deixe de depender de justificativas tardias e passe a ter governança defensável e evidência constituída em tempo real.
Na prática: registros de decisão, trilhas de supervisão, atas de revisão de viés e relatórios de impacto constituídos como rotina da operação — e não reconstruídos às pressas quando o conflito chega.
Tudo o que sustenta a defesa é constituído antes do conflito, não improvisado depois dele.
O escritório
Leonardo & Rocha é uma sociedade de advogados com atuação consultiva e contenciosa voltada às consequências jurídicas do uso de tecnologia, dados e inteligência artificial pelas organizações. Possui uma expertise inovadora, focada em Governança Jurídica de IA, para atender aos desafios organizacionais da Sociedade 5.0: a estruturação da responsabilidade humana por decisões apoiadas por inteligência artificial.
A prática combina experiência jurídica de mais de duas décadas com formação em inovação e transformação digital, traduzindo problemas técnicos complexos em posições jurídicas defensáveis.
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Belo Horizonte/MG